Manifesto Farofamundo: O Som que Devora
A Farofamundo não é apenas uma frequência no éter digital; é um ato de antropofagia sonora. Aqui, a gente não toca o que o algoritmo manda; a gente toca o que a alma pede e o que a história teima em não esquecer. Nossa alma pulsa no ritmo da margem. Somos herdeiros do mimeógrafo, da poesia de Arnaldo Antunes e do olhar atento de Manuel de Barros. Acreditamos que o som deve ser livre como o vento que sopra em Serra e profundo como as raízes da música brasileira. Na Farofamundo: O erro é estético: Fugimos da perfeição plástica das grandes redes. A curadoria é humana: Cada faixa é escolhida por quem ama o que ouve, não por um cálculo matemático. O Brasil é o centro, mas o mundo é o quintal: Do som de 1979 à vanguarda de amanhã, tudo se mistura no nosso caldeirão. Somos uma rádio feita de memórias, afetos e, acima de tudo, da teimosia de acreditar que a cultura é o nosso melhor refúgio. Rádio Farofamundo: Sintonize sua curiosidade.