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Guilherme Arantes faz jus à Medalha UBC que ganhará em abril pelo conjunto honroso da obra já cinquentenária

Guilherme Arantes faz jus à Medalha UBC que ganhará em abril pelo conjunto honroso da obra já cinquentenária

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Guilherme Arantes faz jus à Medalha UBC que ganhará em abril pelo conjunto honroso da obra já cinquentenária
Guilherme Arantes faz jus à Medalha UBC que ganhará em abril pelo conjunto honroso da obra já cinquentenária (Foto: Reprodução)

Guilherme Arantes recebe a Medalha UBC em evento programado para 7 de abril em São Paulo (SP) Leo Aversa / Divulgação ♫ ANÁLISE ♬ Pela estatura da obra autoral que construiu desde os anos 1970, Guilherme Arantes teria cacife para ser agraciado pela União Brasileira de Compositores (UBC) com Prêmio UBC pelo conjunto da obra. Contudo, a instituição preferiu conceder outra (justa) honraria ao cantor, compositor e músico paulista. Arantes foi escolhido para receber a Medalha UBC. Guilherme Arantes é o terceiro nome agraciado com a Medalha UBC, sucedendo o letrista Fausto Nilo e o cantor Luiz Caldas, premiados em 2024 e 2025, respectivamente. A terceira Medalha UBC será entregue ao artista em cerimônia agendada para 7 de abril. no Cantaloup Living Room, em São Paulo (SP). O evento inclui show em que intérpretes como Fernanda Takai, Jonathan Ferr, Tiê e Vanessa Moreno cantarão músicas de Arantes com o toque do pianista franco-brasileiro Aymeric. Arantes recebe a honraria no ano em que celebra cinco décadas de carreira solo iniciada em 1976 com a edição do primeiro álbum solo do artista, “Guilherme Arantes”, disco alavancado pelo sucesso da angustiada balada “Meu mundo e nada mais”, um dos principais temas da trilha sonora da novela “Anjo mau” (TV Globo, 1976). “A obra de Guilherme Arantes é um bálsamo de complexa simplicidade. Desde o início da carreira, tem características melódicas pop próprias, que conversaram com o mercado sem se render ou se perder. Guilherme é um artesão raro de sonoridades que abraçam e mobilizam sentimentos da melhor tradição e tradução da música brasileira. Agora, celebrando 50 anos de carreira, mais do que nunca a obra dele se consolida como atemporal e transcendente”, contextualiza Marcelo Castello Branco, diretor executivo da UBC. O CEO da UBC tem razão. Com cerca de 400 composições registradas e apresentadas ao longo de 30 álbuns lançados em 50 anos de carreira solo (sem contar o único álbum do grupo Moto Perpétuo, editado em 1974), Guilherme Arantes é um dos principais arquitetos da música pop do Brasil, dialogando tanto com o universo da MPB quanto com o universo do rock brasileiro, do qual é um dos pais, em pioneirismo nem sempre reconhecido. O cancioneiro de Guilherme Arantes está enraizado na memória nacional, sobretudo por quem atravessou os anos 1970, 1980 e 1990 ao som de músicas do alto quilate de “Cuide-se bem” (1976), “Amanhã” (1977), “Êxtase” (1979), “Aprendendo a jogar” (1980), “Deixa chover” (1981), “Planeta água” (1981), “O melhor vai começar” (1982), “Lance legal” (1982), “Lindo balão azul” (1982), “Brincar de viver” (Guilherme Arantes e Jon Lucien, 1983), “Pedacinhos (Bye bye so long)” (1983), “Cheia de charme” (1985), “Coisas do Brasil” (Guilherme Arantes e Nelson Motta, 1986), “Loucas horas” (1986), “Um dia, um adeus” (1987), “Muito diferente” (1989) e “Sob o efeito de um olhar” (1991). A maestria do compositor dessas canções foi reiterada no álbum “Interdimensional” (2026), lançado por Arantes em 15 de janeiro com músicas inéditas. Basta ouvir a valsa “Luar de prata” para atestar que essa Medalha UBC é honraria mais do que merecida por Guilherme Arantes.