Zélia Duncan alinha parcerias com Ná Ozzetti, Alberto Continentino, Lenine e Pedro Luís no álbum 'Agudo grave'
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Zélia Duincan lança na quinta-feira, 30 de abril, o single 'Agudo grave', amostra inicial do primeiro álbum da artista em cinco anos
Mauro Restiffe / Divulga...
29/04/2026 06:00
Zélia Duncan alinha parcerias com Ná Ozzetti, Alberto Continentino, Lenine e Pedro Luís no álbum 'Agudo grave' (Foto: Reprodução)
Zélia Duincan lança na quinta-feira, 30 de abril, o single 'Agudo grave', amostra inicial do primeiro álbum da artista em cinco anos
Mauro Restiffe / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Zélia Duncan lança o álbum “Agudo grave” em 14 de maio, com repertório essencialmente inédito e autoral. Programado para amanhã, 30 de abril, o primeiro single do álbum apresenta a música-título “Agudo grave”, composta por Zélia com Lucina, parceira recorrente da artista fluminense desde a década de 1990.
“Sinto agudo e canto grave / No meu pequeno intenso mundo / Quantos imensos mundos cabem?”, reflete a cantora em versos da música-título.
Gravado entre setembro de 2025 e janeiro de 2026 no Estúdio do Tó, em São Paulo (SP), com produção musical de Maria Beraldo, o álbum “Agudo grave” chega ao mercado fonográfico cinco anos após o último disco da cantora e compositora, “Pelespírito”, lançado em maio de 2021 e calcado inteiramente na parceria de Zélia com Juliano Holanda.
Em “Agudo grave”, Zélia Duncan volta a abrir o leque de parceiros. Com Alberto Continentino, a artista assina três das onze músicas do repertório, “E aí, IA?”, “Importante” e “Pontes no ar”. Ná Ozzetti é a parceira de Zélia em “Meu plano”. Com Lenine, parceiro da música-título do álbum “Pré-pós-tudo-bossa-band” (2007), lançado pela cantora há quase 20 anos, Zélia assina “Maravilha disforme”.
Ao longo do álbum “Agudo grave”, Zélia Duncan também apresenta músicas feitas com a produtora Maria Beraldo (“Voz”), Pedro Luís (“Olhos de cimento”) e Zeca Baleiro (“Calmo”), além do supracitado Juliano Holanda (coautor de “Resolvidinho”).
Editado pelo selo Duncan Discos, com distribuição feita via The Orchard, o álbum “Agudo grave” celebra os 45 anos de carreira de Zélia Duncan, em cena desde 1981.
Arrematado com regravação de “Que tal o impossível?” (2010), música de disco póstumo Itamar Assumpção (1949 – 2003), compositor recorrente na discografia de Zélia Duncan, o álbum “Agudo grave” foi formatado com engenharia de som de Tó Brandileone, mixagem de Ricardo Mosca e masterização feita por Carlos Freitas no estúdio Classic Master (EUA).